Verdades absurdas

Ola! Finalmente estou devolta e pra cumprir o prometido. Antes de mais nada queria deixar registrado que este blog mudou seu nome por motivos alheios à minha vontade, mas que se fez necessário.

Antes era chamado de Ferrovias e poesias e agora, chama-se poesias do manomqt.
Agora vamos ao que nos interessa. Como já disse em postagens anteriores sobre algo que não fosse relacionado à ferrovia. Aqui está pelo menos uma delas. Em breve estarei postando mais. Aguardem.                                                                                  
                                    UM FORTE ABRAÇO DO MANO!!!

Verdades absurdas

Em certo tempo Alguém esteve nessa terra
Proveniente da linhagem de Davi
Falando do futuro de uma era
Verdades e mistérios de um porvir

Mas como todo povo que sempre contesta
Nem todos tinham grande fé em seu favor
Aceitando a tudo aquilo que não presta
Mas rejeitando o filho do Criador

Crucificado com malfeitores daquela região
Não se conteve em manifestar seu sentimento
Um dos dois que lhe pedindo seu perdão
Foi concedido por seu arrependimento

Mas aquele que por nós veio a morrer
Sofreu desprezo de quase toda a nação
Tentando fazer o homem entender
Que amar o próximo é amar seu próprio irmão

E independente de sua cor, raça ou país
Pra se viver não é preciso fazer guerra
Que esse mundo somente será feliz
Se acreditar num só país chamado terra

Ainda aos doze anos no templo Ele ensinou
Deixou doutores com certeza admirados
Mesmo depois de toda ciência que falou
Os conselhos de seus pais foram acatados

Refrão: Falou sobre verdades absurdas
              Versos que os homens não conseguem compreender
              Versos que até hoje não esqueci
              De tudo aquilo que ainda tenho que aprender

Porque o homem se julga tão inteligente
Disputando ser o mais forte em armamento
Com essa máquina que mata tanta gente
Que poderia se transformar em alimento
Pra sustentar tantos que agora passam fome
Em países pobres sem água ou vegetação
Mas este homem zela tanto por seu nome
Que esquece que esse alguém é seu irmão

Em meio a tantos seres intelectos
Eu me perdi com sua ciência quase infinita
Acreditando que o homem fosse o mais correto
Quase me esqueço do valor da própria vida
Antes que pudesse entender quem eu sou
Eu deveria compreender meu semelhante
Pagaria então o ódio com amor
E deixaria de ser tão ignorante

A culpa que eu pesasse em outro ser
Doeria mais se caísse sobre mim
Porque é tão fácil minha boca maldizer
Pois sempre esqueço que não sou tão bom assim

Aquele homem que por nós foi maltratado
Mesmo com dor e com tanto sofrimento
Pediu ao Pai que todos fossem perdoados
Dizendo: Pai, não sabem o que estão fazendo

Refrão: Falou sobre verdades absurdas
              Versos que os homens não conseguem compreender
              Versos que até hoje não esqueci
              De tudo aquilo que ainda tenho que aprender   

Comentários

  1. Nossa,gostei da poesia, Parabéns...... Deus abençõe este talento que o reservou em Voce!!!

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